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Os5às8 Fórum de discussão - Os5às8
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frexou

Joined: 04 Jan 2006 Posts: 174 Location: Porto
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Posted: Wed Feb 07, 2007 10:41 pm Post subject: |
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Este sábado, curiosamente vai haver uma prova vertical do Alvarinho Soalheiro.
Talvez se possa tirar algumas conclusões com esta prova.
A prova será na Vinho &Coisas, as 12horas como é habitual _________________ Um abraço
http://vinhodacasa.blogspot.com |
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Artur Hermenegildo
Joined: 23 Oct 2002 Posts: 223
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Posted: Thu Feb 08, 2007 11:30 am Post subject: |
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| mlpaiva wrote: | | Rui Vasconcelos wrote: | Continuo a ver a questão na “generalidade”.
Conjunto de todos os vinhos brancos vs conjunto de todos os vinhos tintos. |
- será que o alvarinho e a trajadura (por ex. ) têm estrutura para aguentar a aceleração do processo oxidativo provocado pela barrica?
- o que se pretende, nos vinhos verdes, não é a frescura, a vivacidade, os aromas florais e frutados? E não é verdade que estes se perdem com o envelhecimento sem serem substituidos por uma mais valia de aromas mais complexos? |
Estou de acordo. Aliás, nunca tinha bebido vinhos verdes "velhos" antes desta experiência com o "Muros de Melgaço".
Penso que de facto o vinho verde branco (o tinto é outra questão) é para ser bebido jovem, apreciando-se as suas características próprias.
Mas face a estas duas provas que fiz, penso que não se deve recusar liminarmente a experiência de beber alguns com mais idade. Serão já outra coisa, mas se proporcionarem prazer, porquê recusar?
Como digo, pelo menos o "Muros de Melgaço" de 98 estava muito, muito bom. Infelizmente acho que a Commenda já não tem mais. |
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Rui Vasconcelos

Joined: 15 Jul 2004 Posts: 761 Location: Porto ( Colheita 1940 )
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Posted: Thu Feb 08, 2007 11:39 am Post subject: |
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Não há dúvida que este tema é bem complexo !
Conforme se poderá ver após a exposição dos primeiros 3 posts do tópico, há muitas perguntas que ficam sem resposta e com divergentes opiniões de vários “experts”.
Luis Paiva, concordo perfeitamente que a expressão que utilizei (generalidade) não foi a mais feliz.
Se há opiniões no forum com que normalmente estou mais de acordo, são precisamente as suas. No entanto, há neste seu post qualquer coisa que não entendi bem.
Fiquei confuso sobre o facto de concordar comigo ou não, relativamente à “potencial” diferença de longevidade relativa, dos Tintos, dos Brancos e dos Verdes em particular.
Escreveu, perguntando:
“- o que se pretende, nos vinhos verdes, não é a frescura, a vivacidade, os aromas florais e frutados? E não é verdade que estes se perdem com o envelhecimento sem serem substituidos por uma mais valia de aromas mais complexos ?”
Não sei se era exactamente isso o que queria dizer ou se há qualquer lapso na escrita ou na minha interpretação.
Porque se assim for então estamos perfeitamente de acordo.
Mais acima, no post de 7/2 12:30 pm, eu afirmava exactamente isso :
“Porquê deixá-los (aos verdes) perder essas características ?
Porquê não os beber quando todas elas estão bem presentes e esperar que elas se alterem ?
Porquê bebê-lo descaracterizado, deixando de parecer um Alvarinho ou deixando de parecer um Verde ? ...
Se eu quero um Grande Alvarinho, ou um Bom Verde, quero-os autênticos, quero-os tal como eles são!”
E mais acima, exactamente sobre esta mesma questão :
“Será que essa diferença, o que se ganha em complexidade, compensa o que se perde em frescura, em fruta, em originalidade,” ... “então, porque deixá-los envelhecer ?”
Voltando à “generalidade”, como diz, eu “sei” que há castas com determinadas características que lhes permitem na vinificação, uma “maceração pelicular” que os pode beneficiar, contrariamente a outras, desde que se atrase o processo de fermentação mantendo baixas as temperaturas e isto influencia a longevidade.
Já quanto ao engaço (que refere) o problema seria mais complicado, pois se se pretendesse ganhar em taninos perdia-se em sabor amargo e demasiado herbáceo e adstringente, sendo portanto evidente que não poderíamos ir por aí. Estamos de acordo.
Caro Frexou :
Como também já tive oportunidade de dizer acima, nas “verticais” poderá haver um factor que introduza algumas distorções neste tipo de apreciação, pois que interfere o factor “ano” ou “anos” melhores que outros, para além da idade.
Quero dizer, como ex. :
ano X excepcional. Prova X+4 anos --- óptimo !
ano X mau. Prova X+4 ---- mau !
no entanto ambos têm 4 anos quando provados, o que não esclarece quanto a longevidade.
De qualquer modo, Soalheiro é Soalheiro, na minha opinião e para meu gosto, habitualmente, o melhor Alvarinho no mercado e muito provavelmente mais longevo que quaisquer outros Verdes.
Um vinho excepcional !
Artur Hermenegildo :
Ao postar reparei no seu post, mas acho que já me tinha pronunciado sobre isso.
Um abraço. |
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mlpaiva

Joined: 30 Oct 2002 Posts: 2695 Location: Espinho
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Posted: Sat Feb 10, 2007 11:20 pm Post subject: |
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Embora pouco tenha a acrescentar, ainda devo umas palavras ao assunto.
| Rui Vasconcelos wrote: | | (...) Fiquei confuso sobre o facto de concordar comigo ou não, relativamente à “potencial” diferença de longevidade relativa, dos Tintos, dos Brancos e dos Verdes em particular. |
Eu acho que concordo consigo na generalidade, só que a minha formulação será diferente.
A longevidade de um vinho não é carimbada consoante seja tinto, branco, verde ou rosé. Mas consta do seu dna, se assim podemos falar.
Os enólogos, caso a caso, têm objectivos a satisfazer com a matéria prima que têm nas mãos. Regra base - sem boas uvas não há bom vinho. Mas fazer bom vinho tem custos e o resultado final tem que ser comportável.
Um bom enólogo sabe o que pode fazer com um talhão alvarinho, como o que pode fazer com um touriga nacional. Quanto melhores forem as uvas, tanto melhor pode ser o resultado final. Com estas últimas, por ex., pode fazer um vinho corrente, um reserva, um rosé, etc. Depende do caderno de encargos. E de qualquer um deles, até um óptimo espumante...
E, então, as longevidades destes vinhos dependem de quê?
Há cerca de 2 anos, o nosso amigo Paulo Rodrigues, certamente que não em seu perfeito juízo (é claro que estou a brincar; o Paulo é das pessoas mais generosas que conheço), partilhou com alguns participantes deste fórum dois vinhos únicos: Pétrus de 1947 e de 1989. Eu fui um dos felizardos.
A expectativa era: como estará o de 47? E será que o de 89 já estará bebível?
E a surpresa da noite até foi uma garrafa de José de Sousa Rosado Fernandes 1940. O relato está aqui. Esta tipo de abordagem a estes vinhos é normal.
Do outro lado temos este outro tópico.
Ou seja, há vinhos de que se espera que envelheçam bem e outros que vamos ver como é que estão. Dos primeiros pode sobrar uma desilusão, dos outros um sorriso de satisfação.
Habitualmente, o perfil do vinho é pré-definido e enquadra-se nos tipos da casa. Mas há excepções, veja-se o Mouro elaborado pelo Luís Duarte na Quinta do Mouro, mas que depois foi comercializado pelo Dirk Niepoort.
Por isto tudo, a generalização é perigosa. Mas o tempo do apogeu de um vinho é previsível. Eu vou guardando algumas garrafas, muito para além do tempo do seu previsto apogeu, só para "ver" como é que se portam. Mas isso sou eu e outros como eu. Porque guardar vinhos para além do seu apogeu não lembra ao diabo...
A questão é muito mais profunda. Embora façamos vinhos há séculos, só há poucos anos começámos a aprender a fazê-los. O perfil dos consumidores (e essencialmente dos nossos consumidores) mudou.
O tempo dos Dão, dos Bairrada, dos Borba, Redondo e Reguengos já era, aliás como o Rui Vasconcelos aqui há tempos muito bem escreveu.
A tecnologia mudou imenso. O desconhecimento vitícola é imenso. Tanto se arranca vinha para plantar as castas da moda, como se hesita em preservar vinhas velhas.
Mas já estou a desviar-me do tema.
Quanto à questão:
| Rui Vasconcelos wrote: | (...)
Escreveu, perguntando:
“- o que se pretende, nos vinhos verdes, não é a frescura, a vivacidade, os aromas florais e frutados? E não é verdade que estes se perdem com o envelhecimento sem serem substituidos por uma mais valia de aromas mais complexos ?”
Não sei se era exactamente isso o que queria dizer ou se há qualquer lapso na escrita ou na minha interpretação.
Porque se assim for então estamos perfeitamente de acordo.
Mais acima, no post de 7/2 12:30 pm, eu afirmava exactamente isso :
“Porquê deixá-los (aos verdes) perder essas características ?
Porquê não os beber quando todas elas estão bem presentes e esperar que elas se alterem ?
Porquê bebê-lo descaracterizado, deixando de parecer um Alvarinho ou deixando de parecer um Verde ? ...
Se eu quero um Grande Alvarinho, ou um Bom Verde, quero-os autênticos, quero-os tal como eles são!”
E mais acima, exactamente sobre esta mesma questão :
“Será que essa diferença, o que se ganha em complexidade, compensa o que se perde em frescura, em fruta, em originalidade,” ... “então, porque deixá-los envelhecer ?” |
A minha resposta é socrática (honnit soit qui mal y pense): os vinhos são para serem bebidos no seu apogeu. Quando bebidos antes ou depois, é só para avaliar o seu estado...
PS: Já agora, caro Rui Vasconcelos, as suas mensagens seriam de muito mais fácil leitura, se adoptasse os códigos para citações:
- basta escrever [/quote] no fim da citação e [quote] no seu início; resultaria: _________________ Luís Paiva |
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Rui Vasconcelos

Joined: 15 Jul 2004 Posts: 761 Location: Porto ( Colheita 1940 )
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Posted: Sun Feb 11, 2007 4:11 pm Post subject: |
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Caro amigo Luis Paiva:
Fico muito feliz por constatar que não estamos assim tão distantes nas questões básicas.
Há uma concordância na generalidade, quanto à longevidade potencial da “côr”, e que os vinhos devem ser bebidos na altura própria, com um tempo de apogeu previsível.
No entanto, como diz, as coisas não serão assim tão lineares pois haverá “Vinhos” e “vinhos” e maneiras deferentes de os “trabalhar” em função do matéria prima de que dispõe.
PS : Agradeço-lhe a dica (da citação). O hábito e a preguiça mental são os culpados. |
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Rui Vasconcelos

Joined: 15 Jul 2004 Posts: 761 Location: Porto ( Colheita 1940 )
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Posted: Sun Feb 11, 2007 4:35 pm Post subject: |
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| Quote: | Frexou escreveu:
Este sábado, curiosamente vai haver uma prova vertical do Alvarinho Soalheiro.
Talvez se possa tirar algumas conclusões com esta prova.
A prova será na Vinho & Coisas, as 12horas como é habitual.
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Não podia perder esta oportunidade e realmente deu para chegar a alguns conclusões, com a preciosa ajuda do seu produtor e enólogo António Luis Cerdeira.
A Prova, para além dos espumantes Soalheiro Bruto 2002 e Soalheiiro Super Reserva 1999, constou dos “clássicos” :
Soalheiro 1995, 2000, 2002, 2003, 2004, 2006.
Resultado:
Diferença abismal entre 95 e 06 ! Vinhos absolutamente diferentes, da mesma casta ! Não são de modo algum o mesmo Alvarinho. Nmho nem um nem outro são o autêntico e pretendido Alvarinho.
Curiosamente há, admito e compreendo que haja, apreciações extremamente favoráveis para um e para outro, mesmo para beber já o 06.
È puramente uma questão de gosto pessoal e também fundamentalmente uma questão de harmonização, para os mais exigentes.
Nesta perspectiva, ambos belos vinhos.
O 06, uma autêntica “bomba de aromas” ! Ainda o copo está longe do nariz e já o maracujá e a banana o invadem com toda a intensidade. Nada ficou na adega (aromas), tudo foi para a garrafa, o que é possível com um bom controle de temperaturas baixas na fermentação e engarrafamente em 2 meses no máximo, a partir do qual começa a perder-se frescura. Houve o cuidado de terem feito a vindima em 6/9, bastante cedo portanto, o que lhe permitiu uma frescura, força aromática e fruta, notáveis, mas ainda com uma acidez demasiado vincada. O vinho é muito seco, jovem, ainda apresenta algumas arestas a limar com o estágio em garrafa e deverá estar em óptimas condições com, um a três anos. Nessas condições, um “autêntico” Alvarinho !
Rigorosamente do lado oposto, por razões óbvias, o 95 estando um óptimo vinho, sem apresentar qualquer tipo de defeito, com características complectamente diferentes, como terá que ser diferente o seu acompanhamento na mesa. Um e outro não são de modo algum compatíveis com o mesmo prato e isso torna-se bem evidente ao provar um e outro seguidamente. Não é o mesmo vinho ! Vinho extremamente agradável ainda, mas já muito pouco aromático e ainda alguma, mas pouca fruta.
A meio caminho encontram-se os restantes, embora com algumas diferenças :
O 2000, com nuances côr de palha, já com os aromas e fruta bastante débeis, a pedir para ser bebido se não se quiser perder de todo um “Alvarinho”.
O 02, para mim o melhor do conjunto, não sei se por influência do bom ano para a região. Vinho seco, muitíssimo bem equilibrado,com aromas, fruta, frescura, álcool e acidez e com notas a ananás, minerais e amanteigadas. Em minha opinião um vinho no seu apogeu.
O 03, muitíssimo próximo do anterior pareceu-me não tão complecto, perdendo por uma diferença mínima , mas, tal como o 02, perfeitamente no seu apogeu.
O 04, bastante citrino (côr), com potencial para ser melhor que o anterior ainda vai “abrir” e ficar melhor que o que já está.
Conclusões (apreciação e diálogo):
Influências climáticas : Frias e húmidas / quentes e secas, mais longevidade / menos longevidade.
Apogeu (Alvarinho característico) 2 a 4 anos.
Longevidade média, ainda mantendo as características básicas, 5 anos.
Longevidade ... em função do “ano” e mantendo-se um vinho bom, mas com diferentes características, 8, 10 , 12, mais anos (??). ...
Os Riesling que se cuidem !
Observ. :
Como já foi dito, torna-se extremamente difícil concluir e acompanhar no tempo, a evolução e longevidade de “uma colheita”.
Outro dado a ter em conta é o de que a comparação por “anos de colheita” é bastante “ingrata”. Um Alvarinho bebido isoladamente não terá nada a ver com esse mesmo vinho acompanhado por um prato, ou com outro prato. Pode saber (agradar) melhor ou pior. Cada um terá o seu lugar em função do que o vai acompanhar ou não.
Trata-se de um vinho que até dispensa acompanhamento, num fim de tarde mais quente, ou à noite num bar. Porque não ?...
Ficou também a opinião de que um Loureiro ou Trajadura, estão longe das características longevas do Alvarinho, assim como os outros brancos em geral o estão em relação aos tintos.
Os Alvarinho, embora da Região dos Vinhos Verdes não deverá ser considerado um Verde “Verde”. Trata-se de um Verde “menos Verde”. Os seus terroirs são complectamente diferentes dos do resto da região. O microclima desta zona tem particularidades diferentes.Um conjunto de montes e serras de um lado e outro do rio Minho, permitem condições muito particulares de pluviosidade, ventos, horas de sol necessárias e ideais para uma boa maturação desta casta e consequentes resultados.
Também as alterações que têm vindo a ser introduzidas nas parcelas da Quinta, acabando com o sistema de ramada e alterando gradualmente o sistema de cruzeta para cordão simples com um bom estudo de orientação (Norte-Sul), compassos, densidade dos pés de videira / hectare e condução eficaz de altura das videiras, ou seja, reestruturação vitícula profunda para um melhor aproveitamento das condições climáticas, têm sido um meio, dinâmico, para atingir um fim ambicionado.
Como nota final deixo esta observação: Estamos perante uma casta única no mundo!
É notória a boa relação p/q destes vinhos, quando comparada com a de outros brancos, nacionais e estrangeiros.
E notem, está muito longe de ser um vinho só de Verão! |
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mlpaiva

Joined: 30 Oct 2002 Posts: 2695 Location: Espinho
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Posted: Sun Feb 11, 2007 6:26 pm Post subject: |
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Já tendo lido em outro fórum a relação dos vinhos presentes nesta prova, interrogo-me porque ficou ausente o de 05 (ainda disponível) estando já presente o novel 06.  _________________ Luís Paiva |
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Rui Vasconcelos

Joined: 15 Jul 2004 Posts: 761 Location: Porto ( Colheita 1940 )
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Posted: Sun Feb 11, 2007 7:32 pm Post subject: |
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Caro Luis Paiva :
Curiosamente fiz ontem essa pergunta e disseram-me que estava esgotado, quer no produtor, como eventualmente em toda a cadeia comercial, o que não quererá dizer que não haja “por aí”,
em qualquer lado uma ou várias garrafas.
Por sinal ainda há uma semana bebi a minha última.
Um abraço. |
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mlpaiva

Joined: 30 Oct 2002 Posts: 2695 Location: Espinho
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Posted: Sun Feb 11, 2007 10:23 pm Post subject: |
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| Rui Vasconcelos wrote: | | (...) Curiosamente fiz ontem essa pergunta e disseram-me que estava esgotado, quer no produtor, como eventualmente em toda a cadeia comercial (...) |
Poix... Ou até caixas ou paletes...
PS: Nada pessoal, caro Rui Vasconcelos.  _________________ Luís Paiva |
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