<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Barca Velha ou Grange? Novo mundo ou velho mundo?</title>
	<atom:link href="http://ruifalcao.com/?feed=rss2&#038;p=372" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ruifalcao.com/?p=372</link>
	<description>Vinhos que contam histórias...</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 May 2010 20:03:35 +0100</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: Rui Falcão</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-277</link>
		<dc:creator>Rui Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 15:23:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-277</guid>
		<description>Luis Pato,

Desconhecia por inteiro essa faceta da Vanya Cullen. Pois é, a Filipa esteve ali mesmo ao lado…
Anteontem abrimos aqui em casa um Clarendon Hills Old Vines Grenache de 1998, de vinhas velhas de 80 a 110 anos de Grenache, em taça. Talvez demasiado australiano no eucalipto, mas impressionante na expressão e profundidade. Claro que o Frédéric Mugnier Clos de la Maréchale 2004 que veio a seguir abafou-o, mas…

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luis Pato,</p>
<p>Desconhecia por inteiro essa faceta da Vanya Cullen. Pois é, a Filipa esteve ali mesmo ao lado…<br />
Anteontem abrimos aqui em casa um Clarendon Hills Old Vines Grenache de 1998, de vinhas velhas de 80 a 110 anos de Grenache, em taça. Talvez demasiado australiano no eucalipto, mas impressionante na expressão e profundidade. Claro que o Frédéric Mugnier Clos de la Maréchale 2004 que veio a seguir abafou-o, mas…</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Luis Pato</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-268</link>
		<dc:creator>Luis Pato</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 20:38:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-268</guid>
		<description>Com os vinhos da Vania Cullen deixas-me calado. É uma verdaeira sinfonia de violinos. Sabias que alenm de ser filha de mádico a Vania abandonou a sua carreira de Violinista para se dedicar ao vinho após a morte do pai? Encontramo-la quando a Filipa estava vizinha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com os vinhos da Vania Cullen deixas-me calado. É uma verdaeira sinfonia de violinos. Sabias que alenm de ser filha de mádico a Vania abandonou a sua carreira de Violinista para se dedicar ao vinho após a morte do pai? Encontramo-la quando a Filipa estava vizinha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rui Falcão</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-267</link>
		<dc:creator>Rui Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 11:22:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-267</guid>
		<description>Pedro Guimarães,

É com certeza abusivo… mas propositado. Restringi-me ao exemplo português, o mais fácil de identificar, tal como me cerceei ao exemplo do Grange, por ser o vinho mais simbólico da Austrália e por ser o que mais se aproximava do Barca Velha nas épocas e prestígio interno. Grange que está longe de ser o vinho mais velho da Austrália. O artigo é deliberadamente provocatório, um alerta para um falso sentimento de indelével superioridade que sentimos face aos vinhos do novo mundo.

Em Portugal teria sido mais seguro apostar no Periquita, vinho com quase 160 edições engarrafadas. Mas como já tive ocasião de replicar, também a Yalumba tem 160 anos de história engarrafada e a Wyndham 170 anos de história, tal-qualmente engarrafada. E pode provar vinhos de Constantia com um pouco mais de 300 anos…

Apesar do tom moderadamente cáustico do artigo, a verdade é que o novo mundo não é forçosamente assim tão novo e tão imberbe como gostaríamos de pensar. E é perigoso alimentar falsos sentimentos de superioridade, sobretudo quando a realidade se encarrega de rebater os argumentos que, supostamente, a fundamentam.

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Guimarães,</p>
<p>É com certeza abusivo… mas propositado. Restringi-me ao exemplo português, o mais fácil de identificar, tal como me cerceei ao exemplo do Grange, por ser o vinho mais simbólico da Austrália e por ser o que mais se aproximava do Barca Velha nas épocas e prestígio interno. Grange que está longe de ser o vinho mais velho da Austrália. O artigo é deliberadamente provocatório, um alerta para um falso sentimento de indelével superioridade que sentimos face aos vinhos do novo mundo.</p>
<p>Em Portugal teria sido mais seguro apostar no Periquita, vinho com quase 160 edições engarrafadas. Mas como já tive ocasião de replicar, também a Yalumba tem 160 anos de história engarrafada e a Wyndham 170 anos de história, tal-qualmente engarrafada. E pode provar vinhos de Constantia com um pouco mais de 300 anos…</p>
<p>Apesar do tom moderadamente cáustico do artigo, a verdade é que o novo mundo não é forçosamente assim tão novo e tão imberbe como gostaríamos de pensar. E é perigoso alimentar falsos sentimentos de superioridade, sobretudo quando a realidade se encarrega de rebater os argumentos que, supostamente, a fundamentam.</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Pedro Guimarães</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-266</link>
		<dc:creator>Pedro Guimarães</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 10:54:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-266</guid>
		<description>Caro Rui Falcão,

Acho que utilizar o Barca-Velha como exemplo &quot;Velho Mundo&quot; em termos de antiguidade é bastante redutor...O Grange, sendo um grande vinho, é um adoloscente comparado com os grandes vinhos de Bordéus, Borgonha, Rhone, Alsácia, Alemanha, etc...locais onde a antiguidade do termo &quot;Velho Mundo&quot; faz todo o sentido.

Abraço,

Pedro Guimarães</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rui Falcão,</p>
<p>Acho que utilizar o Barca-Velha como exemplo &#8220;Velho Mundo&#8221; em termos de antiguidade é bastante redutor&#8230;O Grange, sendo um grande vinho, é um adoloscente comparado com os grandes vinhos de Bordéus, Borgonha, Rhone, Alsácia, Alemanha, etc&#8230;locais onde a antiguidade do termo &#8220;Velho Mundo&#8221; faz todo o sentido.</p>
<p>Abraço,</p>
<p>Pedro Guimarães</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rui Falcão</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-264</link>
		<dc:creator>Rui Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 22:35:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-264</guid>
		<description>Luis Pato,

Indiscutivelmente, os vinhos do casal Henschke são notáveis, tanto o Hill of Grace como o Mount Edelstone (ainda há pouco abrimos um de 1996 aqui em casa). Até os Keyneton e Cyril são bem interessantes…
Não sei se subscrevo na íntegra isso de serem os melhores australianos, mas estão decididamente no restrito grupo de elite. É que também me confesso igualmente apaixonado pelos Yarra Yering, 1 e 2, pelos Cullen (mais recentes) e pelos vinhos do Roman Bratasiuk, os Clarendon Hills… de que, curiosamente, o Astralis é o que menos me seduz!
Bem sei que o estilo é totalmente diferente, muito mais madurão e “australiano”, mas não escondo que também gosto muito dos Eillen Hardy’s, Armagh, Nine Popes e amigos…

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luis Pato,</p>
<p>Indiscutivelmente, os vinhos do casal Henschke são notáveis, tanto o Hill of Grace como o Mount Edelstone (ainda há pouco abrimos um de 1996 aqui em casa). Até os Keyneton e Cyril são bem interessantes…<br />
Não sei se subscrevo na íntegra isso de serem os melhores australianos, mas estão decididamente no restrito grupo de elite. É que também me confesso igualmente apaixonado pelos Yarra Yering, 1 e 2, pelos Cullen (mais recentes) e pelos vinhos do Roman Bratasiuk, os Clarendon Hills… de que, curiosamente, o Astralis é o que menos me seduz!<br />
Bem sei que o estilo é totalmente diferente, muito mais madurão e “australiano”, mas não escondo que também gosto muito dos Eillen Hardy’s, Armagh, Nine Popes e amigos…</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Luis Pato</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-261</link>
		<dc:creator>Luis Pato</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 17:53:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-261</guid>
		<description>E esquecestes-te do que para mim é o melhor australiano, e tinha que ser um SHIRAZ das vinhas muito velhas da HENSCHEKE (boa descendencia alemã! com a precisão esperada) o Hill of Grace. Este é muito mais &quot;europeu&quot; que o Grange, O Grange é um vinho para &quot;comer&quot;, não necessita menu, o Hill mostra a elegancia dum grande Rotie.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E esquecestes-te do que para mim é o melhor australiano, e tinha que ser um SHIRAZ das vinhas muito velhas da HENSCHEKE (boa descendencia alemã! com a precisão esperada) o Hill of Grace. Este é muito mais &#8220;europeu&#8221; que o Grange, O Grange é um vinho para &#8220;comer&#8221;, não necessita menu, o Hill mostra a elegancia dum grande Rotie.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rui Falcão</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-257</link>
		<dc:creator>Rui Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 19:10:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-257</guid>
		<description>Nuno,

Sim, sim, creio que estamos em sintonia.
E confirmo também que os vinhos australianos podem, embora essa não seja a regra, ser verdadeiramente extraordinários. Infelizmente, os pequenos produtores são mal conhecidos na Europa, continente que ainda acredita que a Austrália só se pode medir pelos vinhos de produção dilatada, pelos milhares de litros de vinhos indiferenciados, enjoativos e xaroposos que constituem a mediania do continente australiano.
Felizmente, existe um outro mundo para além desta face mais visível… e que representa aproximadamente 95% da produção australiana.

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno,</p>
<p>Sim, sim, creio que estamos em sintonia.<br />
E confirmo também que os vinhos australianos podem, embora essa não seja a regra, ser verdadeiramente extraordinários. Infelizmente, os pequenos produtores são mal conhecidos na Europa, continente que ainda acredita que a Austrália só se pode medir pelos vinhos de produção dilatada, pelos milhares de litros de vinhos indiferenciados, enjoativos e xaroposos que constituem a mediania do continente australiano.<br />
Felizmente, existe um outro mundo para além desta face mais visível… e que representa aproximadamente 95% da produção australiana.</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Nuno Oliveira Garcia</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-256</link>
		<dc:creator>Nuno Oliveira Garcia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 17:10:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-256</guid>
		<description>Rui,

Referí-me à Austrália exactamente como um país com uma significativa história de vinho e não o contrário. Além disso, são vinhos que, como sabemos, quando equilibrados, podem ser soberbos.

Ab.

NOG</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui,</p>
<p>Referí-me à Austrália exactamente como um país com uma significativa história de vinho e não o contrário. Além disso, são vinhos que, como sabemos, quando equilibrados, podem ser soberbos.</p>
<p>Ab.</p>
<p>NOG</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: João de Carvalho</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-255</link>
		<dc:creator>João de Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:57:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-255</guid>
		<description>O termo virá certamente da época das descobertas, o tal Novo Mundo que se andava a descobrir, passando para os dias de hoje vimos que os consumidores de vinho da Europa foram descobrir lá fora outras realidades, rebaptizando os vinhos com o nome que tinham utilizado para as terras.

Mas não seja por isso, é que também temos a Velha e a Nova Europa, onde curiosamente não vejo que se utilize a expressão vinho da Nova Europa.

Catalogamos os outros , mas não nos catalogamos a nós Europeus.

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O termo virá certamente da época das descobertas, o tal Novo Mundo que se andava a descobrir, passando para os dias de hoje vimos que os consumidores de vinho da Europa foram descobrir lá fora outras realidades, rebaptizando os vinhos com o nome que tinham utilizado para as terras.</p>
<p>Mas não seja por isso, é que também temos a Velha e a Nova Europa, onde curiosamente não vejo que se utilize a expressão vinho da Nova Europa.</p>
<p>Catalogamos os outros , mas não nos catalogamos a nós Europeus.</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Rui Falcão</title>
		<link>http://ruifalcao.com/?p=372&#038;cpage=1#comment-254</link>
		<dc:creator>Rui Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 14:27:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com/?p=372#comment-254</guid>
		<description>Nuno,

Obrigado pelas palavras simpáticas.
Seria simpático poder afirmar que o Grange não passa de uma excentricidade, a tal excepção que confirme a regra, mas o Grange está longe de ser o vinho mais antigo da Austrália, tal como a Penfolds está longe de ser o produtor mais antigo da Austrália. Basta pensar na Wyndham, com mais de 175 anos, na Yalumba, com mais de 160 anos de história, na Wolf Blass e em tantos outros, especialmente no campo dos vinhos generosos do estilo Porto, Madeira, Moscatel e Jerez.
Mas esta não é uma matéria exclusiva de australianos. Basta pensar nos Constantia da África do Sul, vinhos com um pouco mais de trezentos anos de história, vinhos que nos séculos XVIII e XIX eram largamente exportados e considerados, alcançando preços absurdos em Londres, Paris, Berlim, etc. Ou podemos mesmo pensar nos vinhos norte americanos que, apesar da lei seca, da proibição dos anos vinte que quase destruiu a indústria vitivinícola americana, permite apresentar produtores como a Inglenook, com 150 anos de história, ou a Beaulieu com 110 anos de vida activa…
Conheço relativamente mal, e como tal posso estar a afirmar algo errado, mas julgo que só os países sul-americanos, bem como a Nova Zelândia, não se podem orgulhar de uma história farta.

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno,</p>
<p>Obrigado pelas palavras simpáticas.<br />
Seria simpático poder afirmar que o Grange não passa de uma excentricidade, a tal excepção que confirme a regra, mas o Grange está longe de ser o vinho mais antigo da Austrália, tal como a Penfolds está longe de ser o produtor mais antigo da Austrália. Basta pensar na Wyndham, com mais de 175 anos, na Yalumba, com mais de 160 anos de história, na Wolf Blass e em tantos outros, especialmente no campo dos vinhos generosos do estilo Porto, Madeira, Moscatel e Jerez.<br />
Mas esta não é uma matéria exclusiva de australianos. Basta pensar nos Constantia da África do Sul, vinhos com um pouco mais de trezentos anos de história, vinhos que nos séculos XVIII e XIX eram largamente exportados e considerados, alcançando preços absurdos em Londres, Paris, Berlim, etc. Ou podemos mesmo pensar nos vinhos norte americanos que, apesar da lei seca, da proibição dos anos vinte que quase destruiu a indústria vitivinícola americana, permite apresentar produtores como a Inglenook, com 150 anos de história, ou a Beaulieu com 110 anos de vida activa…<br />
Conheço relativamente mal, e como tal posso estar a afirmar algo errado, mas julgo que só os países sul-americanos, bem como a Nova Zelândia, não se podem orgulhar de uma história farta.</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
